terça-feira, 17 de janeiro de 2012

And if your heart´s strong, hold on

    Dia 4 - um pequeno retrocesso, mas ainda um sucesso. Ok, a rima foi horrível, mas verdadeira. Essa madrugada eu tive alguns contratempos (nada grave e nada relacionado com a Beatriz), que me fizeram ficar acordada até mais tarde. Sete da manhã a Bê acordou chorando, o que NUNCA acontece. Sete da madrugada ainda é ontem para a Beatriz, em regra. E quando ela acorda, é sempre rindo. Eu sabia que ela ainda ia voltar a dormir, e que bastava eu deixa-la um pouquinho, mas meu sono me impediu de ser diligente e fazer discursos. Levei a pequena para a minha cama e voltei a dormir. Quando acordei de verdade quis bater com a cabeça na parede: tantos dias de treino para eu jogar tudo fora?? Só me restava esperar e ver o que ia acontecer.

    A primeira soneca foi perfeita. Coloquei a Bê no berço e ela dormiu sem nenhum resmungo. 

    A segunda ela fez na casa da vó Mena. Cinquenta minutos de chororô antes de pegar no sono. Eu já sabia que ela ia testar minha mãe mais do que me testa, já a vovó costuma ser mais benevolente na questão do sono. A Beatriz deve ter passado o final de semana inteiro esperando a hora de ir para a casa da vó e voltar a ser mimada na hora de dormir. Mas a vó Mena foi firme e forte, e aplicou a técnica direitinho até a Bê entender que a era do mimo no sono acabou definitivamente.

    À noite ela demorou um pouco mais do que os outros dias, uns quinze minutos  até pegar no sono. Mesmo assim é nada perto de como era antes. O compartilhamento de cama da manhã nem causou muito prejuízo no final das contas (salvo se ela resolver acordar às sete amanhã de novo só para pular para minha cama, aí não vai ser legal, até porque pretendo acordar de verdade amanhã às sete...).

    Continuo amando o Nana Nenê. Faltam apenas três dias para, segundo o livro, o problema do sono estar resolvido para sempre. Vamos ver...

"Não sei mais o que fazer. Até minha vó Mena quer que eu durma. Esse mundo é muito injusto!"

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